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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Redação ENEM: Consequências da automedicação para a saúde da população brasileira.

                O uso de substancias farmacológicas sempre esteve presente na vida do homem e se tornou mais acessível com o surgimento da indústria e o estudo das biodiversidades, como no Brasil Colônia, com o programa Drogas do Sertão. Tal facilidade no acesso dessas substâncias, contudo, possibilitou o surgimento de um grave problema no que diz respeito ao uso indevido de fármacos por meio da automedicação, oriunda da ineficiência de setores governamentais, uma vez que falham por não informa os possíveis malefícios desse ato e garantir o amplo acesso médico, e do próprio seio familiar, por agir de forma negligente frente esses riscos.
                Nesse contexto, é visível que com o intuito de reduzir gastos com consultas e gerir melhor o tempo, a população faz uso do aconselhamento de amigos e do uso de pesquisas pela internet, não raro, com informações dispostas em páginas de credibilidade duvidosa, para deduzir seu problema e, assim, escolher por conta próprio o medicamento certo, sem levar em conta a possibilidade de agravar a doença, desenvolver alergia e, no caso de antibióticos, aumentar a resistência de micro-organismos.
                Sob essa ótica, muitos setores formadores de opinião, como o governo e a escola, falham em divulgar os malefícios do uso indevido de remédios que, somado ao descaso familiar em seguir as instruções desses setores e ao difícil acesso médico da população carente, possibilita a perpetuação na formação de uma sociedade leiga e despreocupada com esses riscos. Vê-se que a durabilidade do problema está intrínseca ao nível de instrução da população e a desigualdade no acesso à saúde de qualidade.

                Observa-se, desse modo, que é necessária uma intervenção nos âmbitos da educação e da saúde, por meio de ações civis e governamentais. É vital, para tanto, a necessidade da elaboração de campanhas que visem divulgar os riscos da automedicação e aconselhar a busca por consultas medicas, mediante apoio das mídias e das instituições de ensino, além da disponibilidades de mais médicos ligados ao setor público, sobretudo em áreas mais carentes, por intermédio de investimento governamental. Destarte, a automedicação e seus malefícios não se farão mais tão presente na sociedade brasileira.

 Guilherme Bezerra Ferreira

Esquema rápido sobre Isomeria.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Peça Teatral sobre preconceito racial


Devido ao grande sucesso no blog da ultima postagem referente a uma peça teatral sobre drogas, resolvi posta esta outra peça, desta vez voltada para o racismo e a questão das cotas no sistema do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

Boa leitura e espero que gostem.

Nesta peça a 12 personagens, caso prefira o leitor poderá por figurantes em algumas cenas

Lembrando também que o arquivo não foi revisado gramaticalmente, pois é apenas o rascunho de um script para apresentação colegial.


Racismo e a vida com ela é

1ª cena -


Mairon está estudando em seu quarto
Josefa sua mãe entra no quarto


JOSEFA: -Menino eu num já te disse que esse livros não vão te levar a lugar nenhum?! Você tem que ir trabalhar pra sustentar a gente.
MAIRON: - Mas mãe, eu sonho em um dia poder fazer isso mesmo, porém para conseguir um bom trabalho, eu preciso de uma profissão que só os livros poderão me proporcionar.
JOSEFA: - Que mané livro?! Sai daqui então, não quero ver um marmanjo desse preguiçoso aqui em casa não.
MAIRON: - Vou fazer prova do ENEM, e vou conseguir.
JOSEFA: - Sua vó sempre me disse que quem sonha alto, acaba caindo. Nesse mundo de brancos, não tem lugar pra nos não!
MAIRON: - Vou te provar o contrario.


Mairon sai e Josefa encara seus livros.


2ª cena -


Chiclete e Peppa, dois traficantes do morro, estão vendo o movimento das pessoas.


CHICLETE: - Ei Peppa, olha aquele neguinho ali, todo apreçado, deve estar atrás de uma pedra.
PEPPA: -Verdade Chiclete, bora lá, vamos faturar um pouco, esse pretos daqui venderia a própria mãe por alguma pedrinha que fosse.


Os traficantes abordam Mairon


PEPPA; - Ei neguim, eu sei o que tu quer, me passa 100 pilas ai que fica tudo bem.
MAIRON: - Não senhor, não sou drogado não, vou fazer uma prova pras faculdades agora.


Os traficantes começam a rir


CHICLETE: - Até parece que um carvão como você passa
PEPPA: - Sua gente só serviu pra ser escravo mesmo


Mais risadas, Augusto jovem de família rica aparece.


AUGUSTO: - Peppa, Chiclete, deixem esse neguim pra lá, ele não teria dinheiro pra pagar vocês mesmo.
PEPPA: - Ola senhor Augusto, não tinha visto o senhor
CHICLETE: - Vai passando ceroto, achamos alguém que realmente vale nossa atenção.


Mairon sai rápido do local e só vê o jovem Augusto comprar muitas pedras de Crack.


3ª Cena -


Mairo chega na na escola que fará o ENEM e vê Augusto
AUGUSTO: - que isso engrachate, ta me perseguindo é? olha que eu chamo a policia
MAIRON: - Vim fazer minha prova senhor


Augusto ri


AUGUSTO: - Até parece que vale apena alguma faculdade aprovar um macaco como você.
MAIRON: - Farei o meu melhor senhor.
AUGUSTO: - Sente em um lugar bem distante de mim seu cara de asfalto


Entram


Mesaria 1: - Pois não querido, boa sorte Augusto
- Quanto a você, passe logo e não faça eu perder meu tempo


Mesaria 2: - IIIIh, acho que esse ai só passa se for pelas cotas


4ª Cena -


Augusto e seu pai conversam


AUGUSTO: - Soube que aquele negrinho q te falei passou no ENEM, roubou minha vaga só por ter aquele cota de negros imundos.
PAI: - Não se preocupe meu filho, pagarei uma boa propina pro reitor da universidade, já te disse sua vaga esta garantida desdas ultimas eleições em que me candidatei.
AUGUSTO: - Eu sei pai, mas aquele mulato vai pagar por isso assim mesmo
PAI: - Faça como preferir meu filho.


5ª Cena -


MAIRON - Não te falei mãe como iria conseguir
JOSEFA: - Não estou nem acreditando
BRITINEY: - Vamos amor, vamos comemorar em algum barzinho do morro
JOSEFA: - Podem ir, você merece


6ª Cena -


Mairon e Britiney estão andando quando dois caras encapulzados, os abordam e começam a espancar Mairon
Britiney tenta gritar mas um deles a joga na calçada e a deixa desacordada


AUGUSTO: Ta vendo seu marginalzinho o que acontece com quem se mete comigo, se tu aparecer na universidade, será bem pior pra você. Agora deixem ele sentir a sua mediocridade.


7ª Cena -


JOSEFA: - Meu filho já faz muito tempo que você esta enfurnado aqui em casa, não vai pra faculdade e nem seus livros você não pega mais.
MAIRON: - Você tinha razão mãe, nesse mundo de brancos, um negro como eu nem tem lugar
BRITINEY: - Você ta errado Mairon, sabe muito bem que hoje não é mais assim
MAIRON: - É sim, você não vê o que me houve, por usar os meus direitos, mesmo tendo conseguido uma pontuação alta a cor da minha pele é tudo que importa para a sociedade.
BRITINEY: - Eu te garanto que você se sentira bem melhor depois que te falar o que aconteceu.
JOSEFA: - O que houve?
BRITINEY: - Conheci uma agente da policia militar que estava investigando o caso do Chiclete e do Peppa, contei sua história e ela esta disposta a ajudar.
MAIRON: - Me conte mais.


8ª Cena -


Agente da PF: - Então, você entendeu o plano, basta você ir à faculdade com essa esculta, e agir naturalmente, caso haja algum delito, terei provas para prender o responsável.
MAIRON: - Tudo bem.


9ª Cena -


Mairon chega na faculdade, Augusto esta sentando atrás dele.


AUGUSTO: - O que faz aqui? eu te avisei, agora você irá sofrer
PROFESSORA: - Silencio ai atrás
AUGUSTO: - É esse novato professora
PROFESSORA: - E quem é você? outro cotista, certo? já estou farta de gente como você, não tem inteligencia e nenhum adereço proveitoso para a sociedade, só esta aqui porque o governo tentar fingir que existe igualdade.


A classe inteira começa a rir


PROFESSORA: - Sugiro que vá embora, pois na minha matéria, você já esta reprovado


Mairon sai chorando da sala, logo seguido por uma garota


PROFESSORA: - Onde você vai Milena?
MILENA: - Isso foi muito injusto professora


10ª Cena -


Milena encontra Mairon sentado no banco do refeitório


MILENA: - Oi, meu nome é milena, eu vi o que a professora fez e achei muito injusto, conheço caras que entraram pelas cotas e realmente eram como a professora disse, perda de tempo, mas cada caso é um caso, e sei que se deve olhar a pessoa por seu caracter e não por sua cor de pele se precisar de algo é só avisar viu?!
MAIRON: - Obrigado, mas sei que logo tudo vai ficar bem
MILENA: - Assim espero, quer carona até sua casa depois da aula?
MAIRON: - Claro muito obrigado


11ª Cena -


Mairon chega e recebe a noticia que sua mãe foi violentada e no caminho do hospital é abordado por Augusto e seus capangas


AUGUSTO: - Não te falei que as coisas iriam piorar se eu voltasse a ver essa sua cara preta
MAIRON: - Ela não tinha nada a ver com isso seu branquelo de merda
AUGUSTO: - Repeti isso! Ataquem ele!


A agente da PF aparece com outros policiais


AGENTE: - Augusto, Chiclete e Peppa vocês estão presos, tem o direito de permanecerem caldos, tudo que disserem pode e será usado contra vocês no tribunal.


12ª Cena -


Já no hospital


JOSEFA: - no fim tudo acabou bem
AGENTE: - Sua professora também foi presa e uma nova investigação esta sendo feita na universidade em busca de preconceitos.
MAIRON: - Eu sei que eles estavam errados, mas acho que se essas cotas se relacionassem com a renda e não com a raça, haveria menos segregações, se um dia eu for o primeiro presidente negro brasileiro, irei mudar isso
MILENA: - É falho realmente, mas deve existir, a mudança de cotas raciais para sociais, de fato iria melhorar, acho que votaria em você Mairon
BRITINEY: - Meu presidente (todas riem)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Antiguidade Clássica: Roma

Fases Políticas

Monarquia (VIII - VI a.C)

Formação de Roma - Povos Itálicos unindo-se originando a cidade-estado
(mito de Rômulo e Remo)

Política era representada pelo poder do rei juntamente com o senado

Sociedade era constituida: pela elite, conhecida como patrícios; os trabalhadores livres, os plebeus; e escravos.

República (VI - I a.C.)

Período de expansão, passando a buscar recursos e territórios.

Politica dominada apenas pelo senado soberano (patrícios)

Escravismo ampliado (considerando os demais povos bárbaros)

Guerras Internas - generais militares disputando o poder de Roma (Triunviratos). Levando a um crise na república.

Império (I a.C. - V d.C.)

Otavio Augustos declarado 1° imperador

Alto Império trazendo a pax romana (paz para Roma entre suas províncias)

Baixo Império trazendo o Cristianismo e a crise (Todas as conquistas cessão e ocorre Invasões estrangeiras).

Divisão entre Roma do Ocidente e do Oriente.

Legados
Cristianismo; Direito romano, inspirando as leis do mundo ocidental; lingua latina, que originou diversas outras como o português, italiano, espanhol...  Além da forma de pensar e agir, politicamente e economicamente entre os atuais povos ocidentais.

Antiguidade Clássica: Grécia

Períodos Históricos:

Período Pré-Homérico
(XX - XII a.C.)

Origem de diversos povos.

Período Homérico
(XII - VIII a.C.)

Suas grandes referencias históricas são do poeta Homero, tais como a Odisseia.

Formação dos genos / fratrias (Grupos ou Clãs). A união dessas sociedades  futuramente original as grandes pólis. (Cidades-estados).

Período Arcaico
(VIII - V a.C.)

Descentralização política / consolidação das pólis.

Independência das grandes cidades, porem com hegemonia de Esparta e Atenas.

ESPARTA
*Base social como escravos de guerra (cativos).
*Alta educação militar.
*Controle do poder pelas Oligárquicas, criando um estado totalitário.

ATENAS
*Colonialismo (busca de recursos em outros territórios).
*Notável Comércio (troca de produtos com outros povos).
*Escravidão étnica/etnocentrismo (quando fosse julgada um cultura ultrapassada), além da escravidão por dividas.
*Grande Democracia (vista com detalhes em outro momento)

Período Clássico
(V - IV a.C.)

Guerras Médicas ou Greco-Pérsicas (490 - 448 a.C.)
Entre as pólis gregas unidas contra os persas. Vencida pelos gregos, porem deixando uma fragilização.

Século de Péricles (444 - 429 a.C.)
Século de ouro, da prosperidade, onde Atenas chega ao seu auge. Aprimoramento das Artes.

Guerra do Peloponeso (431 - 360 a.C.)
Guerra entre as pólis, Atenas e Esparta. Acabando por enfim, deixar a Grécia debilitada.

Período Helenístico
(IV - II a.C.)

Surgimento do Império Macedônio, conquistando a região grega e unificando as pólis.

Cultura Helenística ocorre quando a cultura Ocidental e a Oriental se unem.

No fim do período ocorre a dominação romana, transformando o mundo grego na província Acaia.

Legado Cultural
Teatro, Filosofia, Medicina, Jogos Olímpicos, entre tantos outros.

sábado, 8 de março de 2014

Lucíola, O Anjo Pecador.

Lucíola, O Anjo Pecador.

Livro do movimento literário intitulado romantismo, Lucíola é o quarto romance do escritor brasileiro José de Alencar, publicado em 1862. Com a publicação de Lucíola, em 1862, inicia Alencar a sua série de "Perfis de Mulher", romances em que estuda caracteres femininos, torturados por contradições e antagonismo psicológicos.
No livro conflito é realçado, uma vez que estes valores e preconceitos estão enraizados nos próprios protagonistas. Assim, o conflito não se dá somente entre o indivíduo e a sociedade, mas também dentro do próprio indivíduo. Porém, para que haja uma redenção da personagem conflituosa (no caso, Lúcia), tem que haver castigo e autopunição, pois ela mesma afirma os preconceitos contra o grupo social ao qual pertence (o das cortesãs). 

Contexto Histórico

Lucíola é um livro da época do segundo reinado, corte governada por Dom Pedro II.

Foco narrativo

"Lucíola" é narrado em primeira pessoa, possuindo portanto um foco narrativo mais limitado. Assim, a história é vista a partir da perspectiva particular do indivíduo (no caso, Paulo), que participa dos acontecimentos ali narrados e que está sujeito a ver esses mesmos acontecimentos de acordo com a ótica que a sociedade impõe.

Sinopse

Seduzida ainda jovem por um homem devasso em um momento de dificuldades infortúnio em que precisava de dinheiro para salvar os familiares doentes, Maria é expulsa de casa pelo próprio pai, trocando então seu nome de Maria da Glória para Lúcia. Lúcia começa a viver como uma prostitua caprichosa, explorando seus ricos amantes, por quem manifesta um claro desprezo. Um dia conhece Paulo da Silva, um jovem pernambucano que chega ao Rio de Janeiro e se apaixona por ela. Esse afeto sincero faz com que a verdadeira natureza de Lúcia venha à tona. E essa luta entre a força regeneradora do amor puro e uma vida de pecados e devassidão que José de Alencar focaliza com muita vigor. Dedicando-se de corpo e alma ao amor de Paulo, que foi capaz de compreender e perdoar seu passado, Lúcia encontra pela primeira vez na vida a tão almejada paz de espírito. Mas, vitimada por uma doença fatal, vem a falecer na flor da idade e gravida, perdendo seu bebe, todavia cercada pelos carinhos de Paulo, a quem encarrega de cuidar - como pai ou como noivo - de sua irmã mais nova, Ana.

Personagens

·         Lúcia/Maria da Glória: Lúcia é uma mulher de 19 anos, que tem a profissão de cortesã, uma das mais ricas da cidade. É extremamente bonita e elegante, sendo cobiçada pelos homens e invejada pelas mulheres. Pela sua profissão, é muito mal falada pela cidade, e então as pessoas não sabem quem ela realmente é por dentro. Tem os cabelos anelados escuros e grandes olhos negros. É muito profunda e reflexiva, tendo assim grande complexidade psicológica.
·         Paulo: Paulo é um jovem de 25 anos recém-chegado no Rio de Janeiro. Não tem muito dinheiro, por estar ingressando na vida profissional, e acha isso algo ruim por estar se relacionando com Lúcia, que é muito rica. É um homem ingênuo e que, em algumas passagens do livro, age sem pensar.
·         Sá: Grande amigo de Paulo tem 30 anos. Mora há cerca de 7 ou 8 anos no Rio de Janeiro. É ele que apresente Lúcia a Paulo. Fala mal de Lúcia, o que desagrada Paulo.
·         Ana: irmã mais nova de Lúcia, de apenas 12 anos. É muito parecida com sua irmã mais velha, também possui os cabelos anelados, só que loiros. No final do livro casa-se.
·         Laura e Nina: Prostitutas assim como Lúcia. Estavam presentes no jantar na casa de Sá, e apresentam inveja da beleza de Lúcia. Lúcia ajuda Laura uma vez, pagando seu aluguel. Paulo marca um encontro com Nina para fazer ciúmes em Lúcia, mas ela não vai.
·         Cunha: já teve uma relação extraconjugal com Lúcia, que o deixou por ver sua mulher muito triste e pensativa. Assim como Sá, fala muito mal de Lúcia.
·         Couto: velho homem galanteador. Foi ele que se aproveitou da inocência e necessidade de Lúcia quando esta tinha apenas 14 anos.
·         Rochinha: rapaz de 17 anos que possui velhice precoce por beber demais.
·         Jesuína: mulher que recolhe Lúcia quando ela é expulsa de casa aos 14 anos, e que finge ser sua enfermeira.
·         Jacinto: homem de 45 anos que vive da prostituição de mulheres pobres. Paulo achou que ele e Lúcia são amantes, o que não é verdade.

Curiosidades

·         Acredito que Lucíola seja uma 'mescla' entre o bem e o mal... Tipo, anjo e demônio, 'Luci' de Lúcifer e 'ola' de Aureola... E a personagem Lúcia me passou isso, não uma dupla personalidade, mas uma pessoa que ao mesmo tempo é boa e 'má'. [informação não confirmada (opinião publica)]
·        Febre Amarela: Houve uma epidemia de febre amarela no Rio de Janeiro, matando muitas pessoas, e que se prolongou durante mais alguns anos. (causa da Morte de sua tia e irmão)

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Drogas


Drogas na Adolescência.

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Motivos:

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O uso de drogas é um fenômeno bastante antigo na história da humanidade e constitui um grave problema de saúde pública, com sérias conseqüências pessoais e sociais no futuro dos jovens e de toda a sociedade. 
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A adolescência é um momento especial na vida do indivíduo. Nessa etapa, o jovem não aceita orientações, pois está testando a possibilidade de ser adulto, de ter poder e controle sobre si mesmo. É um momento de diferenciação em que "naturalmente" afasta-se da família e adere ao seu grupo de iguais. Se esse grupo estiver experimentalmente usando drogas, o pressiona a usar também. Ao entrar em contato com drogas nesse período de maior vulnerabilidade, expõe-se também a muitos riscos. O encontro do adolescente com a droga é um fenômeno muito mais freqüente do que se pensa e, por sua complexidade, difícil de ser abordado. 
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Malefícios

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Com efeito, e mediante o estudo desenvolvido, foi constado pela equipa de investigação que os consumidores crônicos de drogas manifestam alterações de personalidade que os tornam mais irresponsáveis, mais irritáveis, impulsivos, egocêntricos e com tendência para cometer atos ilícitos, violência familiar e comportamentos de risco.
No tocante às funções básicas da mente, como a memória, atenção, concentração, os dados são ainda preliminares, mas remetem para um 'forte indicador de prejuízo funcional nas capacidades intelectuais de tóxico dependentes crônicos' 
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Tratamento

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A dependência química é uma doença que necessita de cuidados médicos e doença não se vence, trata-se. É muito comum que os dependentes recusem-se a procurar um tratamento, acreditando que isso seja a demonstração de sua fraqueza ou incapacidade de superar seus problemas de forma auto-suficiente. A verdade é que abandonar uma droga à qual o indivíduo está dependente, não é uma questão apenas de força de vontade, pois o uso freqüente da droga provoca uma real alteração no organismo do usuário e por isso precisa ser tratada. É claro que a contribuição do paciente é necessária, como em qualquer outra doença. É a hora de ser honesto consigo próprio. 
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O tratamento se faz necessário aos usuários que, apesar das conseqüências negativas do consumo, não conseguem abandonar espontaneamente o uso, ou seja, quando o usuário não consegue reconhecer os danos causados pela dependência química em sua vida. Pode-se então recorrer à terapia ou tratamento ambulatorial que irá durar de acordo com o grau de severidade da dependência, o quadro clínico e os problemas psicossociais. 
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Atitudes:

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Falar sempre com o seu filho e ouvir o que ele tem a dizer.
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Saber animá-lo quando estiver triste ou deprimido
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Dizer-lhe que o ama; beijá-lo e abraçá-lo; reforçar a sua auto-estima, elogiando-o por suas realizações e atitudes positivas.
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Saber com quem ele anda e quem são seus amigos; saber onde está.
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Aproveitar os bons momentos com ele.
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Respeitar a privacidade dele e ensiná-lo a respeitar a sua e a dos outros.
Responder às perguntas dele direta e claramente.
Estabelecer limites
Ter autoridade sem ser autoritário
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Saber criticar um eventual mau comportamento sem atacar o jovem.
Ensiná-lo a respeitar os direitos e desejos dos outros; discutir os direitos de um indivíduo na sociedade.
Ensiná-lo a melhorar a sua comunidade, especialmente a mais pobre.
Discutir a importância de ser honesto.
Discutir assuntos de interesse do jovem, especialmente sexo e drogas.
Tratar os filhos com justiça, sem mostrar preferência ou ser condescendente com um ou outro.
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Compreender que seus filhos são indivíduos únicos, cada um com sua própria personalidade própria. 

Famosos nas Drogas

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Amy Winehouse

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“É impossível não relacionar a morte de Amy Winehouse com droga, mesmo se o resultado do exame toxicológico for negativo. É bem provável que ela tenha tido uma overdose”, avalia o psiquiatra Pablo Roig, diretor da Clínica Greenwood , autor do livro “Drogas: mito e realidade” e integrante de Jovem Pan Pela Vida, Contra as Drogas. “Uma overdose significa parada cardiorrespiratória, ou seja, param coração e pulmões. O coração não bate e a pessoa não respira.”  

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Macaulay Culkin 

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O eterno Kevin, da saga "Esqueceram de Mim", o ator Macaulay Culkin, 31 anos, estaria morrendo pelo uso de drogas pesadas. A informação é da "National Enquier".
"Ele é viciado em heroína, oxycodone, Percocet e Vicodin. Eu testemunhei seu uso de drogas, que aumentou muito no último ano, e acho que ele precisa de ajuda imediatamente", revelou uma fonte próxima ao ator.
Segundo a publicação, os amigos de Macaulay têm medo de que ele tenha uma overdose ou que seu coração possa explodir pelo uso excessivo de drogas. A fonte afirma que o ator gasta mais de R$ 12 mil com o vício. "Se não tiver ajuda, ele pode estar morto em seis meses", completou.




segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Paraolimpiadas


HISTÓRICO

Jogos Paraolímpicos no Brasil

O esporte adaptado para deficientes surgiu no começo do século XX, com atividades esportivas para jovens com deficiências auditivas. Mais tarde, em 1920, iniciaram-se atividades como natação e atletismo para deficientes visuais. Para portadores de deficiências físicas, o esporte adaptado só começou a ser utilizado após a Segunda Guerra Mundial, para reabilitação e inserção social dos soldados que voltavam para casa mutilados. Inicialmente, a intenção era oferecer uma alternativa de tratamento aos indivíduos que sofreram traumas medulares durante o conflito. Entretanto, em 1944, por meio de um convite do Governo Britânico, o neurologista e neurocirurgião alemão Ludwig Guttmann, que escapara da perseguição aos judeus na Alemanha nazista, inaugurou um centro de traumas medulares dentro do Hospital de Stoke Mandeville. É neste ponto da história que o desenvolvimento e fomento do esporte paraolímpico ganhariam força.
Em 1948, Guttmann decidiu organizar competições esportivas envolvendo veteranos da Segunda Guerra Mundial com ferimentos na medula espinhal em Stoke Mandeville, England. Eram os primeiros jogos para atletas com deficiência física. No mesmo ano, no dia da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, os jogos de Mandeville Stoke foram lançados e a primeira competição para atletas em cadeira de rodas foi organizada. Participaram 16 atletas veteranos de guerra, 14 homens e duas mulheres. Quatro anos depois, atletas dos Países Baixos juntaram-se aos jogos; e assim o evento internacional, hoje conhecido como Paraolimpíada, nasceu.
Os jogos olímpicos especiais para atletas com deficiência foram organizados pela primeira vez em Roma em 1960, imediatamente após os Jogos Olímpicos. Eles são considerados os primeiros jogos Paraolímpicos. Cerca de 400 atletas vindos de 23 países competiram em 8 esportes, 6 deles ainda inclusos no programa de competição Paraolímpica (tênis de mesa, arco e flecha, basketball, natação, esgrima e atletismo). Desde então, os Jogos Paraolímpicos são organizados a cada quatro anos, sempre no mesmo ano dos Jogos Olímpicos. Fruto do crescimento do esporte adaptado, em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes (ISOD).
Outros grupos com deficiência foram incluídos em Toronto, em 1976. No mesmo ano, os primeiros Jogos Paraolímpicos de Inverno aconteceram na Suécia. Em 1988, os Jogos Paraolímpicos de Verão em Seul marcaram uma mudança significativa, que permanece até hoje: os jogos Olímpicos e Paraolímpicos foram realizados no mesmo local.
Desde 1960, foram organizados 11 Jogos Paraolímpicos de Verão e 7 Jogos Paraolímpicos de Inverno. A 11ª Paraolimpíada de Verão foi realizada com sucesso em Sydney, Austrália, e a 8ª Paraolimpíada de Inverno foi realizada em março de 2002, na cidade de Lago Salt, EUA.
Os jogos Paraolímpicos evoluíram e hoje, depois apenas dos Jogos Olímpicos, é o principal evento esportivo mundial. 
Uma das características das Paraolimpíadas  é apresentar ao público esportes que não são disputados nas Olimpíadas. Um deles é o golbol, criado para quem tem deficiência visual, total ou parcial. Nele, dois times, com três jogadores de cada lado (mais três reservas), tentam marcar gols no adversário
Os Jogos
As Paraolimpíadas acontecem a cada quatro anos, após as Olimpíadas regulares. Os jogos se tornaram um dos principais eventos do calendário internacional do esportes.
Os atletas são exemplos de superação, garra e força de vontade para a sociedade, pela determinação em superar seus próprios limites. Cinco dos dez recordes mundiais em levantamento de peso são de atletas paraolímpicos.

 ALGUNS ESPORTES

Esportes do IPC

§                    Atletismo: possui provas para todos os tipos de deficiência, com provas disputadas em cadeira de rodas, com o uso de próteses e com o auxílio de um guia. Os dezessete tipos de evento (disputados na pista, no campo e na rua) são divididos em diversas classes, de acordo com o grau de comprometimento dos atletas.
§                    Esqui alpino: é disputado por amputados, paraplégicos, portadores de paralisia cerebral e deficientes visuais, agrupados em três categorias. Um sistema de cálculos corrige o tempo de cada participante para permitir que atletas com graus diferenciados de comprometimento possam participar da mesma prova na mesma prova.
§                    Levantamento de peso: versão paralímpica do levantamento de peso básico, é disputado por amputados dos membros inferiores, paraplégicos e portadores de paralisia cerebral.
§                    Natação: um dos esportes mais populares dos jogos, é disputado por deficientes físicos e visuais classificados de acordo com sua habilidade para cada nado. Não é permitido o uso de próteses ou de qualquer equipamento que auxilie o nadador, exceto os tappers, usados para bater levemente às costas dos deficientes visuais para avisá-los de que a borda da piscina está próxima.

 Esportes da OIED

§                    Bocha ou boccia: disputado por atletas em cadeira de rodas portadores de paralisia cerebral. Todos os eventos são disputados por ambos os sexos.
§                    Esgrima em cadeira de rodas: disputado apenas por atletas em cadeira de rodas. Apesar de os atletas, em virtude da cadeira de rodas, ficarem mais afastados entre si, a baixa mobilidade do torso facilita os golpes, tornando as lutas mais rápidas que na versão tradicional.
§                    Futebol de cinco: é disputado por deficientes visuais (o goleiro, entretanto, pode enxergar). O jogo acontece no mesmo campo do hóquei sobre grama, e não há a regra do impedimento.
§                    Goalball: é disputado apenas por deficientes visuais. Cada trio tenta jogar uma bola com guizos dentro do gol adversário. Todos os jogadores ficam próximos ao seu gol, que tem a mesma largura da área de jogo.
§                    Judô: competem neste esporte deficientes visuais, divididos em categorias de peso. Mulheres participaram pela primeira vez em Atenas 2004.

Esportes com federações próprias

§                    Basquetebol em cadeira de rodas: desenvolvido quase simultaneamente nos Estados Unidos e no Reino Unido, é disputado por atletas em cadeira de rodas. A quadra e a altura da cesta são idênticas às do basquetebol tradicional. A Federação Internacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas organiza os eventos.
§                    Canoagem: incluída no programa em dezembro de 2010, é aberta a deficientes físicos e intelectuais. A Federação Internacional de Canoagem administra os eventos da modalidade.
§                    Ciclismo: é disputado por deficientes visuais e físicos. De acordo com seu grau de comprometimento, o atleta pode usar bicicleta, triciclo, tandem ou handcycles. A União Ciclística Internacional gere o esporte.
§                    Remo: é o esporte mais novo no programa paralímpico de verão, sendo introduzido apenas em Pequim 2008. Participam das provas deficientes físicos, utilizando equipamentos adaptados. É gerido pela Federação Internacional de Remo.
§                    Rugby em cadeira de rodas: está oficialmente nos Jogos desde 2000 e é disputado por atletas com quadriplegia. É administrado pela Federação Internacional de Rugby em Cadeira de Rodas.
§                    Tênis em cadeira de rodas: competem nestes esportes, portadores de deficiência física em pelo menos um membro inferior. Na categoria "quad" só podem participar atletas com deficiência em três ou quatro membros. Todas as regras são as mesmas do tênis tradicional, exceto uma: a bola pode tocar no chão duas vezes antes de um jogador rebatê-la. A Federação Internacional de Tênis gere a modalidade.
§                    Triatlo: incluído em dezembro de 2010, é disputado por deficientes físicos, e compreende seis categorias. É de responsabilidade da União Internacional de Triatlo.
§                    Snowboarding: incluído em maio de 2012, é disputado por deficientes físicos, e compreende duas categorias. É de responsabilidade daFederação Internacional de Esqui.
§                    Voleibol sentado: atletas com deficiência física competem em equipes de seis, podendo compor a mesma equipe portadora de diferentes graus de deficiência. Por ocorrer numa quadra menor que a do voleibol tradicional, é um esporte mais rápido. Como alguns atletas possuem ao menos parte dos membros inferiores, há uma regra que os obriga a manter a pélvis em contato com a quadra durante o jogo inteiro. É gerido pela Organização Mundial de Voleibol para Deficientes

 REPRESENTANTES

1) Daniel Dias

Esporte: natação – classes S5, SB4 e SM5
Data de nascimento: 24/05/1988
Cidade: Campinas, SP

2) Terezinha Guilhermina

Esporte: 100m, 200m e 400m na categoria T11 (deficientes visuais)
Data de nascimento: 3/10/1978
Cidade: Betim, MG

3) Daniele Bernardes

Esporte: judô, categoria meio-médio (até 63 kg)
Data de nascimento: 6/8/1984
Cidade: Ribeirão Pires, SP

4) Jane Karla

Esporte: tênis de mesa
Data de nascimento: 06/07/1975
Cidade: Aparecida de Goiânia, GO

5) Jeferson Gonçalves, o Jefinho

Esporte: futebol de cinco para deficientes visuais
Data de nascimento: 05/10/1989
Cidade: Candeias, BA

6) Dirceu Pinto

Esporte: Bocha
Data de nascimento: 10/9/1980
Cidade: Francisco Morato (SP)